KUNG FU



O texto abaixo foi extraído da Wikipédia:


“Kung Fu foi uma série de televisão estrelada por David Carradine, apresentada no período de 1972-1975. Conta-se que Bruce Lee (do autor: teria sido inclusive o mentor da idéia por trás da série) queria o papel e, ao ser preterido por Carradine, aceitou trabalhar em Hong Kong, de onde retornaria para a América pouco tempo depois, transformado em astro cinematográfico do Kung Fu.


No filme piloto da série é mostrado o aprendizado do monge Shaolin Kuain Chan Caine. Quando um de seus mestres favoritos (Mestre Po, um ancião cego e que apelidou Caine de gafanhoto) é assassinado, Caine se vinga e mata o assassino.


Depois foge para América do velho oeste. Caine tem sua cabeça posta à prêmio pelo império Chinês, o que o obriga a estar sempre fugindo, de cidade em cidade, como o típico justiceiro solitário. Só que Caine não usa armas de fogo nem cavalo, se defendendo apenas com o Kung Fu. Intercalada às histórias do presente, mostram-se flash backs que contam os aprendizados dados por Mestre Po e Mestre Kahn à Caine, no templo Shaolin, sendo esta a maior novidade da série.


O personagem Caine, quando aparece no velho Oeste, traz alguns elementos do pistoleiro Harmônica ou Gaita, personagem de Sergio Leone em Era uma vez a América (BR), interpretado por Charles Bronson. No filme de Leone, Bronson (sem bigode) está sempre com os olhos semi-cerrados e sorrindo para seus adversários, parecendo um típico chino-americano (Um dos filmes de Bronson na década de 70 chamava-se justamente Chino). Além de contar com a inseparável gaita, que esta sempre à mão. Já Caine, que é de fato chino-americano, gosta de tocar sua flauta antes de derrubar seus oponentes.


Quentin Tarantino, fã de Leone e dos filmes de artes marciais, faz com que Bill (o personagem que criou para Carradine no filme Kill Bill - Volume 2) também apareça tocando uma flauta e sorrindo para Uma Thurman, antes de invadir com sua gangue a igreja em que ela estava se casando e massacrar todos os presentes.


Em 1986 e 1987, foram filmadas duas sequências da série Kung Fu, com a participação de Brandon Lee, filho de Bruce Lee.”


A história das empresas Casablanca e Gulliver está intimamente ligada aos sucessos da TV e do cinema. Senão, vejamos:



Se sairmos do mundo do faroeste, vamos encontrar os super-heróis, também sucesso na telinha. Ou o África Misteriosa, baseado em Tarzan.


Ao acompanharmos a trajetória mais recente da Gulliver observamos que continua calcada em sucessos cinematográficos com produtos das linhas Hulk, Homem Aranha, e tantos outros.


Desta forma, se nos anos 70 a série Kung Fu era um sucesso de audiência, por quê não aproveitar?


Mas o que o kung fu tem a ver com um site destinado aos apreciadores de brinquedos de faroeste? Resposta – tudo. Tudo porquê o cenário escolhido para o desenrolar da série de TV foi o velho oeste. Tanto que, como poderá ser observado nas imagens a seguir o Kung Fu era item integrante da “Séria Far West” da Gulliver.


O conjunto Kung Fu lançado pela Gulliver foi produzido por pouco tempo, afinal a série não durou tantos anos assim. Desta forma, constitui mais um daqueles casos em que se trata de um brinquedo muito raro.


O conjunto Kung Fu era composto de 8 figuras, sendo 6 de cowboys comuns aos demais conjuntos da Gulliver e apenas 2 originais para o set.


O grande colecionador e entusiasta de brinquedos Roberto Coelho, do Rio de  Janeiro, possui o conjunto Kung Fu na caixa, tão original que ainda contém, no fundo da caixa, a etiqueta de qual funcionária da Gulliver embalou o conjunto. De deixar morto de inveja....


Então, para o deleite dos nosso olhos seguem as imagens do conjunto do Roberto.


Marcos Guazzelli







Comentários

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De: nelson lima
quanto sai uma caixa desta com os personagens ,,,tem replicas destas figuras ,pois originais estão muito caras e também não tem para venda


De: Sylvio
O chapeu do David saía, um barato isso...eu tive duas caixas dessas...meus sobrinhos detonaram!


De: Dinilson
O boneco de Cane de quimono era fixado na base através de um pino, o que permitia removê-lo da base. O plástico era branco, a cor que predomina no quimono.