DIVERSOS, MARÇO DE 2017



Meu último texto para o site foi escrito em novembro de 2015. Lá se vão quinze meses sem aparecer por aqui.

A maioria dos adultos não se interessa por brinquedos. Nem por aqueles que marcaram suas infâncias. Para se interessar por brinquedos e, mais, para escrever textos sobre o tema, é preciso, creio, um encantamento especial pela vida, diferente do que é considerado normal.

Confesso que fui perdendo o meu encantamento. Primeiro por ver o país sendo saqueado ao longo de anos, em nome de um projeto de poder. Depois por ver a economia do país sendo destruída, em nome deste mesmo projeto de poder. Não é fácil, bem depois dos 40, voltar a ter preocupações sobre se conseguirei ou não pagar as contas no fim do mês. Não é fácil ver os clientes indo embora, por não terem mais dinheiro para pagar pelos meus serviços. Não é fácil ver as empresas sendo fechadas. Não é fácil ter que demitir funcionários, por não conseguir mais pagá-los. E tudo isso em nome de quê? Em nome de um projeto de poder, onde uma elite política e empresarial se locupletava às custas do sangue alheio, com ambições bolivarianas.

Perdi o encantamento especial pela vida. Fiquei mais frio. Fiquei com raiva. Fiquei amargo. Fiquei deprimido com a minha condição de cidadão fantoche, submetido aos caprichos de governantes sem escrúpulos. Perdi a esperança no futuro. Perdi, inclusive, a fé na chamada “democracia”, regime que, ao que indica, serve para colocar no poder o melhor mentiroso. 2018 está logo ali. E o que dirão as urnas? Que recomece o show de horrores?

Algumas vezes sentei em frente ao computador para tentar escrever um texto. Mas não saiu nada. Vejamos se desta vez chego ao fim. Vamos lá...

1. Monument Valley

O Monument Valley, localizado na fronteira dos estados do Arizona e Utah, povoa a imaginação de todos aqueles que apreciam o gênero western. Quem não o conhece pelo nome, certamente o conhece “de vista”. Eu sou apaixonado por cinema, principalmente pelas produções realizadas entre as décadas de 1940 e 1970. E o western é o meu gênero de cinema preferido. Assim, cresci vendo o Monument Valley nas telas de cinema e TV.

Em novembro de 2004 visitei o Monument pela primeira vez. E já há no site um texto sobre ele. Voltei em março de 2016 (há um ano) para uma segunda visita.

Antes de ir ao Monument, uma parada no Grand Canyon, um lugar fantástico, uma maravilha da natureza, que também lembra bastante o gênero western.

Encontrei na Wikipédia uma relação de alguns filmes gravados no Monument Valley, a qual reproduzo abaixo:

. Director John Ford's 1939 film Stagecoach, starring John Wayne, has had an enduring influence in making the Valley famous. After that first experience, Ford returned nine times to shoot Westerns — even when the films were not set in Arizona or Utah (see The Searchers, set in Texas, but filmed here). A popular lookout point is named in his honor as "John Ford's Point". It was used by Ford in a scene from The Searchers where an American Indian village is attacked.

. The Stanley Kubrick film 2001: A Space Odyssey (1968) features footage of Monument Valley. This footage is used as the surface of an alien planet to which protagonist Dave Bowman travels through a stargate.

Sergio Leone's Once Upon a Time in the West (1968), although shot for the most part in Spain and Italy, features two scenes shot on location in Monument Valley.

. 1969's counter-culture classic Easy Rider includes some footage of Monument Valley towards its beginning.

Electra Glide in Blue (1973), starring Robert Blake as a motorcycle cop in Arizona, was filmed in Monument Valley.

Clint Eastwood's movie The Eiger Sanction (1975) was partly filmed in Monument Valley and both Clint Eastwood and George Kennedy were filmed on top of the Totem Pole, which has been off-limits to climbers since the movie was filmed here.

Godfrey Reggio's documentary Koyaanisqatsi (1982) features footage of Monument Valley.

. The Fabrizio De Angelis action film Thunder Warrior (1983) was shot entirely in Monument Valley and in nearby Page, Arizona.

Harold Ramis' film National Lampoon's Vacation (1983) features footage of Monument Valley.

Ron Fricke's IMAX film Chronos (1985) features several scenes of the Monument Valley landscape.

. In Back to the Future Part III (1990), Marty McFly drives from 1955 to 1885 from a drive-in theatre set at the Valley's base.

Ridley Scott's 1991 film Thelma & Louise features some shots of Monument Valley, as well as Canyonlands National Park, in its latter half.≈

. In Forrest Gump (1994), Forrest ends his cross-country run here. He is running north on U.S. Route 163 before he stops running.

Paramount Pictures 1994 film Pontiac Moon featured this location as part of the roadtrip.

. The opening shots of Mission: Impossible II (2000) feature Tom Cruise climbing in Monument Valley.

The Return of Navajo Boy (2000), a documentary about uranium contamination of Navajo lands, was shot largely in Monument Valley where its central characters live. Additionally, the film deconstructs historical media depictions of Navajos and the land where they live (including Monument Valley).

. The opening scene of Vertical Limit (2000) features several rock climbers in Monument Valley.

Takkari Donga Opening song, Telugu Film, 2002

. In Windtalkers (2002), the opening and closing scenes are filmed in Monument Valley.

. During the 'Sorter shoot-out' scene in Guy Ritchie's 2005 film, Revolver, there is a picture of Monument Valley on the wall behind where Dorothy Macha's henchmen have parked their cars outside the house of Jake Green's elder brother.

. In Cars (2006), a spoof of Monument Valley called "Ornament Valley" is shown as a once-popular side trip for cars entering Radiator Springs from U.S. Route 66. In keeping with the automotive theme of the film, the peaks are shaped like the hood ornaments of cars. A map shown in a flashback places Radiator Springs in a Peach Springs, Arizona-like position with respect to US66/I-40, but depicts the valley as local instead of 175 miles further north at the edge of the state.

Alex Cox's film Searchers 2.0 (2007) is about a road trip to Monument Valley. The final scenes feature a rare depiction of the area covered in snow.

. Location sequences for the documentary Reel Injun (2009), on the history of Native Americans in the movies.

The Lone Ranger (2013) filmed numerous scenes in Monument Valley.

. In The Lego Movie (2014) it is depicted in the early part of the movie

A Million Ways to Die in the West (2014) was partially shot on location in Monument Valley.

. In Transformers: Age of Extinction (2014) the scene in which the surviving Autobots reunite was shot in Monument Valley.

. The Monument Valley will be featured in the Disney attraction, Soarin’ Around the World.

O Monument Valley estreou no cinema em 1939, com Nos Tempos das Diligências (Stagecoach), e não parou mais. Somente John Ford filmou 10 de seus clássicos lá.

O local era no meio do nada (na verdade, é território da tribo Navajo), e havia apenas uma pequena estalagem, o Goulding’s (que está lá até hoje, mas agora é um hotel normal). O hotel era tocado pelo casal Harry e Mike Goulding, que moraram sua vida toda no vale. Segue imagem do casal:

O Goulding’s, na verdade, fica fora do Monument Valley, a cerca de 2 quilômetros.

Harry Goulding foi o incentivador para trazer para o vale as produções cinematográficas. Ele levou fotos do vale para John Ford ver.

O hotel (estalagem) possuía apenas 6 ou 7 quartos, e se hospedavam lá somente o diretor e os astros principais dos filmes. Todo o restante da equipe (centenas de pessoas) ficava em acampamentos montados no próprio vale.

Como falei, eu havia visitado o vale pela primeira vez em 2004. Desta vez notei muitas diferenças, todas para pior:

1. Os Navajos construíram um hotel (The View) dentro do Monumet Valley. Uma mácula na paisagem deslumbrante;

2. Em 2004 não se pagava nada para entrar no vale. Agora os Navajos cobram. Cobrar para quê, se o recurso não é aplicado na preservação intacta da paisagem?

3. Em 2004 só acessávamos o vale de carro na companhia de guias. Agora há uma estrada de terra, e qualquer motorista pode entrar. Eu mesmo entrei e dirigi por dentro do vale. São centenas, ou milhares, de carros por dia. A consequência disto não poderá ser boa;

4. O vale está se urbanizando, moradias de Navajos (todas muito pobres) estão tomando conta da paisagem.

A impressão que fiquei após esta segunda visita foi a seguinte – quem quiser conhecer, vá depressa, enquanto ainda existe.

Seguem algumas imagens da visita:

E esta seria a reverência do Monument Valley para o maior astro que ali filmou – John Wayne.

Ficamos hospedados no Hotel Goulding’s, que não é mais da família. O Hotel foi utilizado como cenário do filme She Wore a Yellow Ribbon (Legião Invencível). O depósito de alimentos do hotel virou o alojamento do Capitão Nathan Brittles (John Wayne). A residência dos Goulding’s virou o quartel general. E o antigo restaurante do hotel, que não existe mais, virou o saloon do forte. Seguem imagens.

Se a ida para o Monument foi tranquila, e a visita foi ensolarada, o retorno a Las Vegas foi sob horas de nevasca ininterrupta.

2. Memórias de Jailson Westrupp Correa

O Jailson é um apreciador de Forte Apache de Florianópolis. Há algum tempo ele me ligou para narrar a história que vai abaixo, nas suas próprias palavras.

Caro Marcos Guazzelli,

Abaixo descrevo uma nova / antiga história sobre Forte Apache.

Sou natural de Tubarão/SC, onde passei minha infância, morando às margens do Rio Tubarão.

A cidade tem o nome de Tubarão, conta a história, em homenagem a um cacique que habitava a região, chamado de Tubá-Nharô. Interessante, já que vamos falar sobre índios e soldados.

Nasci em 1970, acho que no auge dos filmes de western, como você narra em “O começo da Mística”, o que levava todo garoto a querer brinquedos ligados aos filmes e seriados da época, Rin-tin-tin, Bonanza, Chaparral, Zorro e vários outros filmes do gênero.

Em março de 1974 ocorreu uma grande enchente na cidade de Tubarão, considerada uma das maiores da história do estado de Santa Catarina. Eu tinha nessa época 3 anos, porém, lembro de muitas coisas, o que deixa os meus parentes intrigados com minha memória.

Provavelmente devido ao prejuízo que meu pai sofreu nessa época, e acredito também, que um Forte Apache da Gulliver não tinha um preço tão acessível, meu pai resolveu fazer um Forte Apache artesanal. Um não, dois, pois tenho um irmão mais velho, que nasceu em 1964.

Para explicar como ele resolveu fazer - meu pai foi professor de desenho, hoje aposentado. Agora dedica-se as artes plásticas, escultura e literatura. Então, no natal de 1975 ganhamos o Forte Apache feito artesanalmente. Junto vieram os soldados, índios, cowboys, provavelmente comprados nos pacotes avulsos para complementar o brinquedo.  Depois disso, lembro de ter ganhado em anos posteriores um Forte Apache Grande da Gulliver, carroças, ganhei o set do Kung-fu, e tive também figuras da independência e algumas figuras especiais.

Em 1977 nasce outro irmão. Com isso muitos brinquedos meus se acabaram!! Deste ano em diante lembro de termos o Zoológico Gulliver, os super heróis emborrachados e as forças armadas. Chega 1980 onde tudo muda no forte Apache, os soldados azuis, os índios vermelhos e a corrida do ouro/cowboys creme.

Muitos anos se passaram, exatamente 41 anos atrás ganhei meu primeiro Forte Apache.

Há uns dois anos passei a ler o site “Brinquedos de Faroeste”, o que reascendeu a minha memória e a infância.  Num final de semana, indo a Tubarão, conversando com meu irmão mais velho comentei sobre o site e que eu tinha guardado 3 soldadinhos da Gulliver. Foram os únicos que sobraram daquela época. Meu irmão disse o seguinte: “AINDA TENHO O FORTE APACHE QUE O PAI FEZ” ... não acreditei !!!

Então combinei com ele o seguinte, eu iria comprar as figuras da época (eu já tinha visto no mercado livre que tinha bastante coisa à venda) para, num Natal próximo, a gente montar o FORTE feito pelo pai.  Foram dois anos comprando, restaurando e pintando as figuras (o que acabou virando hobby).

E a promessa foi cumprida nesse Natal de 2016. Juntei aproximadamente 110 figuras entre índios, soldados, cowboys e cavalos.

O FORTE:

Tem aproximadamente 35cm de frente 45cm de lado;

É feito de madeira, com palitos de picolé, com uma travessa em madeira torneada para dar suporte na paliçada e na passarela dos soldados;

Possui colunas em madeira torneada para unir as paliçadas;

Tinha 04 escadas também feitas de palitos (hoje está sem as escadas);

Possui quatro guaritas, com encaixe na paliçada;

O telhado das guaritas é em madeira maciça, que se encaixa na guarita;  

Possui a casa principal do comando, com telhado móvel;

As cores: os telhados vermelhos, as guaritas amarelas, e as paliçadas e a casa pintados em verniz.

jailson westrupp [jailson.westrupp@gmail.com]

Seguem as imagens do forte, do encontro natalício, e de figuras restauradas ou feitas pelo Jailson:

3. Investindo na preservação da memória

Os colecionadores Rodney (de Santa Catarina) e Marco Leandro (do Rio Grande do Sul) resolveram se unir para trazer de volta à vida alguns brinquedos que marcaram nossas infâncias. A primeira produção dos novos empreendedores foi a Fazenda Ponderosa. Eu já comprei a minha. Segue imagem do trabalho perfeito:

4. Figuras raríssimas

O colecionador Erwin Sell, dos Estados Unidos, entrou em contato comigo, para auxiliá-lo a identificar a procedência de algumas figuras raríssimas. São figuras de conquistadores, de índios sulamericanos e de escravos. Eu nunca havia visto algo parecido. Pesquisei em todos os meus livros sobre o tema, mas não encontrei nenhuma referência. Recorremos então ao autor Espanhol Juan Hermida, que forneceu a seguinte explicação: o fabricante dessas figuras é desconhecido. Era um empreendedor Espanhol que fez algumas poucas séries baseadas na história Espanhola. Foram produzidas para museus e como souvenirs para turistas. Pesquisei bastante, mas ninguém recorda o nome da empresa. Eu também possuo essas figuras. As minhas são as únicas cuja existência é conhecida. Ao menos no território Espanhol. São extremamente raras. O set completo continha 16 figuras, incluindo um cachorro e um padre.

Seguem imagens:

5. Reproduções Marcelo Constantino

O Marcelo Constantino produz ótimas reproduções, que são importantes para manter nossas figuras completas. Seguem duas imagens do seu trabalho:

6. Restauração Barco Viking

O Newton Celli, de Curitiba, restaurou mais um Barco Viking. Acho que ele já restaurou vários. Seguem imagens do antes e do depois:

7. Forte artesanal de Vincenzo Antonio Mastrocola

Vendo a imagem do forte abaixo, o leitor diria que é feito de qual material?

Respondo – é feito de jornal.

O leitor acertou?

Difícil.

Este forte é trabalho artesanal do Vincenzo Antonio Mastrocola. Seguem algumas imagens do processo:

vincenzo antonio mastrocola [mastrocola_vincenzo@hotmail.com]

8. O General da Reamsa

O colecionador Carlos Mariano enviou imagem da figura do General da Reamsa, que deu origem ao Coronel da Casablanca / Gulliver, observando que lembra um ator de Hollywood. O Carlos sugeriu o Marlon Brando. Eu acho que lembra mais o John Wayne:

9. Túnel do tempo

Em tempos em que somos escravos da ditadura do politicamente correto dá para imaginar um ídolo da juventude patrocinado por “Revólveres Caramuru”? Bem, em outros tempos isso já foi possível. A imagem foi enviada pelo colecionador Richard Kyaw:

10. Documentário sobre a Casablanca

A esta altura, todos já devem ter assistido. Mas como fiquei tanto tempo fora do ar, só agora publico. O Luis Fernando Grama me enviou em agosto/16 o link para o seu documentário sobre a Casablanca. Segue, para quem não viu:

https://gramatoys.wordpress.com/2016/08/22/grama-toys-na-estrada-mostrando-os-locais-da-industria-de-brinquedos-casablanca-ltda/

Bem, era o que tínhamos para o momento.

Marcos Guazzelli

Março de 2017





Comentários

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De: Wilson Assis
O relato do Jailson Westrupp emociona, especialmente pela importância do Forte nas lembranças de família e, de certa forma nos transporta para os tempos em que bandidos eram somente brinquedos em nossas tardes de infância.


De: Tadeu T. Mahfud
Comungo de seus comentários. Todos andamos desanimados sim. Mas, temos que seguir em frente no "nosso" mundo, aguardando o "outro" melhorar. Abraços amigo. Quero combinar uma visita a sua casa novamente uma hora destas se possível.


De: Luiz Paulo Pizzutti
Salve, que bom que em meio a tanta coisa ruim e tantas dificuldades, aparecem coisas boas como o retorno de seus artigos, Guazzelli. Suas palavras iniciais também retratam fielmente os problemas que sofri nestes últimos anos, mas, nós todos aqui que somos do batente, explorados, também somos os caras que não entregam os pontos, senão por nós proprios, mas por nossos filhos e netos, e sem nunca perder a magia das recordações e o amor pelos brinquedos, uma justa compensação pelas agruras que sofremos neste País, dominado e governado pela pior espécie de espíritos malignos e podres. Nós, gente de bem, estamos muito acima disso. Ótimas matérias como sempre e coisas que nos deixam com água na boca.


De: DESISTIR JAMAIS
cada um de nós deve fazer o seu melhor e continuar com seus sonhos e realizações particulares , não precisamos de milhões mas de poucos que tenham caráter e ideais, a mal acontece rápido bem demora mais a acontecer fé não compra, continuemos trabalhando desistir nunca se não não terá valido a pena todo esforço de nossos pais e avós. Texto trabalhos e historias maravilhosas parabéns a todos obrigado Marcos


De: Adalberto Brassaroto
Feliz em ler um novo texto, novos comentários. As figuras do Jailson são muito boas.


De: David Orling
Que bom ler um novo artigo! Obrigado pela dedicação meu caro amigo Marcos Guazzelli! Grande abraço!


De: Jose A. Leme
Marcos eu também estava preocupado com a demora de novos artigos no site. Parabéns a todos os colecionadores que se dispõe e tem habilidade para reconstruir este brinquedos. Quanto a desesperança amigo, realmente nosso querido Brasil vive uma fase extremamente preocupando, mas temos que acreditar nos homens e mulheres de bem que com certeza são a maioria e que farão com que essa situação não se torne uma constante. E nada como uma volta à infancia para que volte o encantamento perdido. Abraços.


De: Cassiano Olegario
Que bom o site voltar a ativa, sinceramente fiquei preocupado , achei que não voltaria mais por conta do tempo que ficou sem atualizar.... Parabéns ao Rodney e ao Marco Leandro pela belíssima iniciativa de reproduzir a Ponderosa! Se não houvesse alguém que fizesse réplicas de maneira tão caprichada quanto o Marco Leandro os coleçionadores não teriam a oportunidade de possuir uma Fazenda Ponderosa ficando limitados apenas a olhar nos catálogos antigos...curiosamente tem gente que não gosta e se acha incomodada pelo trabalho pois o Marco chegou a ter um leilão da Ponderosa cancelado por conta de uma denúncia feita por algum lobo em pele de ovelha que se esconde entre nós coleçionadores. Parabéns ao Rodney pela persistênçia e iniciativa!! Não desanime Rodney, gente para criticar sempre vai existir, esses são os frustrados que não conseguem fazer o que voçê faz. Continue ajudando sempre , continue ajudando para que todos os coleçionadores possam completar suas coleções, seja com réplicas ou originais!! Para que ¨esse¨ou ¨aquele¨conjunto não seja objeto de apenas um coleçionador, mas que todos possam ter sem mesquinharia ou ganânçia, pois só quem realmente e´coleçionador sabe a satisfação de conseguir um conjunto raro!! E eu desejo essa satisfação para todos os coleçionadores que me cercam !! Um abraço !!


De: Rodney Bail
Sobre as suas preocupações com o ambiente político pelo qual atravessamos onde já tenho um sentimento onde o honesto está errado e o ladrão é o bom, isto sim me deixa profundamente triste e preocupado pelo legado que este Pais está deixando para os jovens uma terra arrasada e de pouco futuro. Mas por outro lado fico contente pelo amigo nos brindar com mais uma excelente matéria nos levando ao mundo do Velho Oeste novamente. Sobre a matéria investimento na memória posso falar que foi muito trabalhoso e muitas críticas de colecionadores que infelizmente não compactuam com a nossa ideia de preservar e levar a oportunidade a outros colecionadores de ter mesmo sendo uma réplica um brinquedo que foi sucesso na década de 60. Agradeço ao amigo pela força e incentivo, grande abraço.


De: bravecoiote@gmail.com
Parabéns!!! Marcos,pelo excelente texto a respeito do Monument Valley, desejo que seus problemas sejam resolvidos , e que vc continue escrevendo,pois o seu site é muito interessante. Que esta fase de inversão de valores que o país esta passando não nos tire a alegria de viver. E novamente lhe agradeço pela atenção.


De: Anibal Cristiano Haddad
Caro Guazzelli! Eu, venho me juntar a essa legião de amigos que você arrebanhou, durante esses anos todos para agradecer, não só por sua luta na preservação da memória desses "brinquedos", mas também por tornar possível a criação das inúmeras novas amizades que fizemos através do "BRINQUEDOS DE FAROESTE". Forte Abraço.


De: RAUL AGUIAR
Que bom vc estar de volta Guazzelli!!!Show de matérias!


De: Stephan
Os fatos narrados nos seguintes links ajudam a explicar a decadência cultural que reina no Brasil: http://zadoque.com/2011/Prefeitura-contra-as-bancas-01.php http://zadoque.com//2009/Esconderijo-dos-Herois-01.php


De: Tadeu Buono
Jailson , desculpe minha falha , a fazenda Ponderosa minha está em Diversos de Maio/2012 , e não em Março/2012 ! Obrigado pela compreensão , e desculpe minha falha !!


De: Tadeu Buono
Parabéns jailson , pelo forte apache artesanal e pelas aquisições dos bonecos antigos ! Tenho uma fazenda Ponderosa artesanal , para vê-la vá aos diversos de março de 2012 , e verá . A vc , meu amigo Marcos , triste o país estar assim , mas eu acho triste também a Gulliver não relançar os seus produtos antigos , mal sabe ela de quantos compradores ela teria , e que além de jovens e crianças , haveriam centenas de adultos também compradores . Qualquer novidade que vc tiver , por favor nos avise , e parabéns pela reportagem , fantástica !!


De: Mazzei
Prezado Marcos. Não faz idéia de como fiquei feliz ao rever nova matéria. Sobre isso, nós, colecionadores, devemos assumir nosso mea-culpa, pois há tempos vc tem solicitado contribuições com textos sobre os quais temos condições de enviar. Sobre política, já desisti. Não acredito mais nos país devido aos brasileiros. Sim, sou brasileiro, infelizmente. Devido à crise, não consegui realizar ainda meu sonho de anos, visitar a feira de Chicago ou do Texas. Adiando ano após ano. Por isso, a importância dessas matérias, como uma "fuga" dos tempos modernos, quase que um tratamento psicológico. Só temos a agradecer pelo teu esforço, reconhecidamente. Obrigado.


De: Stephan
Embora o link abaixo não se refira a brinquedos, é de um assunto que ilustra bem o estado em que se encontra a "pátria educadora": https://cinefechadoparareforma.wordpress.com/


De: Stephan
Ainda sobre os bons tempos em que os brinquedos eram estáticos apenas nas aparências, pois movimentavam e empolgavam nossas imaginações muito mais dos que os saltitantes e espalhafatosos trambolhos de hoje: http://www.saopaulominhacidade.com.br/historia/ver/5170/Brinquedos%2BTrol%252C%2BDilson%2BFunaro%252C%2Bverdades%2Be%2Bmentiras E uma memória não tão feliz assim, mas que, de certa forma, prenunciava o sombrio cenário que vivemos: https://zonaderisco.blogspot.com.br/2015/01/lembrancaincendio-na-fabrica-de.html


De: Stephan
O Mundo está retrocedendo de tal modo que, daqui há alguns anos, tudo o que nós vivenciamos em nossas infâncias parecerão coisas de outro planeta às gerações vindouras... Segue um link sobre uma dessas fatalidades das quais você abordou em seu artigo, é quase certo que você já tenha lido a matéria: http://www.saopauloantiga.com.br/estrela/


De: Stephan
Prezado Marcos, Os seus sentimentos em relação à falência do Brasil são os de muitos outros que estão na casa dos 40(ou que já passaram dela). Não só em relação a brinquedos, mas tudo o mais que diz respeito à Cultura sucumbiu perante essa roubocracia que assola nosso território há mais de vinte anos. Resta-nos apelar para nossas lembranças e coleções, sejam elas de brinquedos, quadrinhos, livros, filmes, etc...já que, se houver algum tipo de recuperação, ela se dará em um futuro muito distante, a julgar pela maioria dos jovens da atual geração, os quais não tem interesse e nem a curiosidade de explorar o que veio antes dos anos 90, época em que as coisas começaram a se deteriorar com maior intensidade. Claro, problemas haviam, não somos ingênuos como muitos querem nos fazer parecer aos olhos dos leigos, mas quem conheceu as coisas como eram não se deixa iludir pelo que é oferecido atualmente!


De: Roberto Vasco
Compactuo com o seu sentimento de descontentamento com o momento que enfrentamos no país, de fato, em nome de uma pseudo igualdade social, presenciamos o roubo e o descaramento de quem se dizia ¨do Povo ¨, acabando com a classe média, pior que isso é o fanatismo de alguns que ainda teimam em defender essa corja de ladrões. Faz um ano que não consigo ler um livro, até minha paixão que são meus brinquedos foram afetados, mas te digo, não espere grande mudança em 2018, pois nosso povo é burro, ignorante e não duvido que votem nos mesmos ladrões de sempre.Desculpem o desabafo e obrigado por postar informações aos fãs do tema!!!


De: Carlos Mariano
Fico contente em ver um novo artigo no site que fez eu resgatar o brinquedo mais legal da minha infância. Ainda com excelentes tópicos! Parabéns a todos! Concordo com o amigo Guazzelli, o rosto do General da Reamsa lembra mais o John Wayne. Através da informação do Luiz Carlos Pagliarini, este General não foi produzido pela Casablanca.