GETTYSBURG 3



Amigos, no ano passado, quando escrevi o artigo sobre a feira anual de soldadinhos de Gettysburg de 2011, deixei uma indagação no ar – conseguiríamos formar uma caravana de colecionadores brasileiros para visitarmos juntos a edição de 2012 da feira?. Bem, um ano se passou desde a publicação do artigo Gettysburg 2, e meu projeto de formar uma caravana para visitar a edição de 2012 recebeu apenas uma adesão ... a da minha esposa. Desta forma, nossa “caravana” de dois viajou para os Estados Unidos em abril. Como estávamos só em dois resolvemos iniciar a viagem pela cidade de Cody, no estado do Wyoming. Há mais de um ano atrás eu publiquei um artigo intitulado “Museu em Miniatura”, o qual trazia imagens de brinquedos expostos em Cody. Desde então aquilo não me saía da cabeça, e quis ir lá para ver com meus próprios olhos.

A viagem não é fácil. Na verdade é muito simples ir aos Estados Unidos se você desejar ir a Miami, Nova York, Chicago ou Los Angeles. Mas se você deseja sair desse circuito principal e ir para as pequenas cidades ... se prepare, não será fácil chegar lá. Saímos de Curitiba ao meio-dia de um sábado. Daqui fomos a Guarulhos, de Guarulhos para Washington, de Washington para Denver, e finalmente de Denver para Cody. Chegamos em Cody num horário que equivaleria no Brasil às 23:30h de domingo. Mas chegamos.

A cidade de Cody foi fundada em 1896, por Buffalo Bill Cody, daí a razão do nome. Buffalo Bill construiu lá um hotel chamado Irma, o qual ainda está em operação. Não nos hospedamos neste hotel, mas jantamos lá uma noite. A curiosidade é a seguinte – Buffalo Bill viajou pela Europa com seu show de faroeste. A Rainha Vitória, da Inglaterra, assistiu ao espetáculo e ficou encantada, e resolveu presentear Bill com um bar. Isso mesmo, um bar. Como presente de Rainha não se recusa ... o bar viajou de navio a vapor da Europa para os Estados Unidos, até o porto de Nova York. De lá seguiu de trem até uma cidade do Wyoming (não me recordo qual), e desta cidade seguiu de carroça até Cody, onde foi instalado no salão de jantar do hotel Irma. E está lá até hoje. Na foto abaixo, eu estou sentado no referido bar.

Nós ficamos hospedados no confortável hotel The Cody (fica a dica, fiz a reserva no próprio site do hotel), o qual, só por coincidência..., está localizado ao lado do museu em miniatura. Abaixo uma foto da aconchegante recepção do hotel The Cody:

Iniciamos nosso passeio pela Old Trail Town, que fica bem em frente ao The Cody. Old Trail Town é uma reunião de antigas construções do faroeste que foram desmontadas e trazidas para este local. Entre elas, a antiga casa do esconderijo de Butch Cassidy e Sundance Kid. Seguem imagens:

Na sequência fomos conhecer o fantástico museu em miniatura. O proprietário, um senhor de idade, não era de muito papo, de forma que não consegui nem saber o seu nome. Mas indaguei quanto tempo ele levou para fazer e ele respondeu que quase toda a sua vida. A ordem da exposição dos brinquedos segue mais ou menos a ordem da evolução da conquista do oeste, desde os primórdios, com índios e alguns poucos caçadores brancos (além de milhões de búfalos), passando pela colonização, pelas caravanas de pioneiros, pela construção dos fortes de soldados (antes deles os fortes eram de caçadores), pela formação de cidades, pela chagada da ferrovia, pela formação dos grandes ranchos, pela batalha do Little Bighorn, e termina com o circo de Buffalo Bill, quando o velho oeste virou lenda e espetáculo. Tirei mais de 100 fotos desses brinquedos, mas é impossível reproduzir com fotografias a sensação de vê-los pessoalmente. Seguem algumas imagens para os leitores apreciarem:

Uma das formas mais práticas dos índios realizarem suas caçadas era empurrar uma manada de búfalos contra um penhasco, para que morressem na queda. Atualmente os locais onde tais caçadas aconteciam são identificáveis pelo acúmulo arqueológico de centenas de ossadas. Este tipo de caçada também está representado no Museu em Miniatura:

A próxima parada foi o Bullafo Bill Historical Center. O museu contém uma gigantesca coleção de armas de várias épocas, uma coleção de obras de arte com o motivo velho oeste e uma coleção de objetos de Buffalo Bill.

Algumas coisas que achei interessantes:

- O cinturão e revólver utilizados por Hoss em Bonanza:

- O cinturão utilizado por Manolito em Chaparral, e o revólver utilizado na série Bat Masterson:

- O cinturão e revólver utilizados por Bem Cartwright em Bonanza:

- O cinturão e revólver utilizados por Little John em Bonanza:

- Uma metralhadora Gatlin Gun do final do século XIX:

- Diversos artistas retrataram em telas o “Last Stand” da batalha do Little Bighorn. Algumas dessas telas são consideradas clássicas. Uma delas, o Last Stand de Edgar Paxson, pintado em 1899, está neste museu:

- A casa onde Buffalo Bill viveu na infância, a qual foi desmontada em sua locação original, restaurada, e trazida para o museu:

Na sequência nossa programação incluía visitar o Parque Nacional do Yellowstone. Eu pretendia entrar no parque pelo seu portão leste, localizado a cerca de 80Km de Cody. Contudo, tal portão estava fechado pelo acúmulo de neve, e o único portão aberto era o norte, localizado em Gardiner, Montana, o que significava uma viagem de 400Km. Mas decidimos ir. Saímos bem cedo de Cody, e como a viagem era longa, eu precisava ser rápido, de forma que resolvi aproveitar as belas estradas norte-americanas, com pouco movimento, e “experimentar” o carro, levando-o a velocidades substanciais. Mas eis que algum americano me viu, e decidiu alertar a polícia. Duas viaturas foram despachadas da cidade mais próxima, Apsaroke, Montana, para me interceptar na rodovia. E interceptaram...Eu pensei “pronto, agora vou em cana e acabou o passeio”. Mas a minha cara de gente boa deve ter contribuído para os policiais americanos não pegaram muito pesado. Me deram uma bela ensaboada e deixaram seguir viagem. Dali para a frente dirigi estritamente dentro dos limites de velocidade ... pelo menos enquanto estive em Montana...Numa era de Facebook, onde precisamos expor ao mundo tudo o que acontece em nossas vidas, caso eu tivesse sido preso teria solicitado a minha esposa que fotografasse o momento...

O Parque do Yellowstone está localizado no que foi o velho oeste, mas dentro dele não há nenhuma atração que o ligue especificamente ao velho oeste, apenas a paisagem. Por exemplo, em agosto de 1877 os turistas que estavam acampados no parque foram tomados como reféns pelos índios Nez Perces em pé de guerra. É um lugar belíssimo, com natureza exuberante, cheio de vida selvagem (em 2011 dois visitantes foram mortos por ursos), e com belos geysers. O subsolo do parque é o maior vulcão do mundo. Já explodiu três vezes ao longo dos últimos 2,5 milhões de anos. Quando explodir novamente poderá significar o fim dos Estados Unidos, pois a quantidade de cinzas que o vulcão vai expelir poderá inviabilizar por muitos anos a produção agrícola americana. Quem assistiu ao filme 2012 deve ter observado que o fim do mundo começa justamente com a explosão do Yellowstone...seguem algumas imagens:

Com búfalos:

Em Old Faithful (o geyser que nunca falha):

Calor na neve...

O autor Robert Utley, que já visitou o campo de batalha do Little Bighorn dezenas de vezes, disse que existe alguma coisa meio religiosa lá, as pessoas que gostam do Custer ou da história da batalha costumam visitar o campo de batalha muitas vezes, ano após ano, numa espécie de peregrinação sem explicação mais racional. Eu já fui mais “religioso”, visitei o campo de batalha nos anos de 1998, 2000 e 2001. Aí fiquei 11 anos sem aparecer por lá. Desta vez resolvi colocar a minha peregrinação em dia...

Estava um dia lindo, ensolarado, e não tinha quase ninguém no local, praticamente só nós dois, o que permitia ver tudo com calma, sem ter que disputar espaço com centenas de turistas. Algumas placas alertavam para ter cuidado com cascavéis. Eu cheguei a pisar numa, mas era apenas um filhote e não me mordeu. Seguem algumas imagens da visita.

Ao fundo, na planície, aconteceu a carga de cavalaria das 3 companhias sob o comando do Major Reno. Derrotados, fugiram e subiram pelas encostas desse morro, para se refugiarem no alto, onde seu reuniram com as 3 companhias sob o comando de Benteen, mais a companhia que guardava as mulas de carga.

A placa que marca o local onde as 7 companhias sob comando de Reno e Benteen ficaram entrincheiradas nos dias 25 e 26 de junho de 1876. Lembrando que desobedeceram a ordem de ir ao encontro do comando de Custer.

Na planície, atrás de mim, ficava o acampamento indígena, o qual se estendia por uns 5 quilômetros.

Weir Point, o ponto máximo onde a companhia comandada pelo Capitão Weir conseguiu chegar. Foi o único que, contrariando ordens de Reno e Benteen, tentou ir ao encontro de Custer. Depois que ele e sua companhia partiram, os demais acabaram indo atrás, mas ao chegar a este ponto observaram o horizonte, viram sinais da batalha de Last Stand Hill, e acabaram forçados por índios a voltar ao ponto de partida. Quando construíram a estrada que cruza o campo de batalha cometeram um crime – cortaram o morro de Weir Point ao meio...

O local onde a companhia comandada pelo capitão Keogh foi aniquilada por um grupo de índios liderado por Crazy Horse:

Last Stand Hill, onde morreu Custer. Os marcadores da batalha estão na lateral da montanha, e todos os quadros que retratam a batalha a mostram também ocorrendo na lateral. Provavelmente os soldados estavam no topo da montanha, o que faz mais sentido militar, e, após mortos, tiveram seus corpos arrastados para a lateral, onde foram “depenados” e mutilados pelas mulheres indígenas.

Os marcadores ao fundo mostram os locais onde, segundo a teoria, teriam morrido os últimos sobreviventes de Last Stand Hill, os quais teriam fugido tentando chegar a Deep Ravine, logo adiante.

Marcador do cemitério de cavalos, uma novidade, não estava lá nas vezes anteriores em que visitei o campo. No alto de Last Stand Hill os soldados teriam feito uma “muralha” de cavalos mortos para se protegerem. Seriam as ossadas desses cavalos que estariam neste cemitério.

Eu na margem do rio Little Bighorn. Comigo, minha barriguinha de chopp (e eu nem bebo chopp...). À esquerda da imagem ficava o acampamento de índios, à direita o campo de batalha.

No retorno do campo de batalha para Cody visitamos um lugar lindo que é Bighorn Forest. Fica aqui apenas uma imagem:

Encerrada esta etapa, rumamos para Gettysburg, para a feira de soldadinhos. Chegamos na cidade dia 26/4, a feira ocorreu no domingo, 29/4.

Um dos discursos mais famosos da história, aquele em que Lincoln definiu a democracia como sendo o “governo do povo, pelo povo e para o povo”, foi proferido em Gettysburg em 1863, no exato ponto em que está o monumento na imagem abaixo:

Aproveitamos nossa estada na cidade para visitar o comércio local. Os comerciantes, de maneira geral, estavam de cara feia e com mau humor. Não sei se é reflexo da crise pela qual passa a economia americana. Mas constatei um fenômeno interessante – era só verem as cores dos dólares na minha carteira que abriam o sorriso e ficavam até chatos de tão simpáticos...

Seguem algumas imagens do comércio local:

Como não sou um grande fotógrafo, e minhas fotos não conseguem reproduzir bem as maravilhas que vi por lá, entrei no site da King & Country e peguei algumas imagens melhores...

Por fim, chegou o grande dia da feira. Este ano achei a feira melhor do que no ano passado, tinha mais coisas do meu (nosso) gosto. E os preços estavam bons, só não consegui comprar mais do que comprei em função da limitação de espaço para transportar. Consegui completar minha coleção de figuras Black Hawk/Andrea da batalha do Little Bighorn. Entre as coisas que adquiri, algumas preciosidades, como um conjunto de 9 figuras Elastolin, da década de 1950 ou 1960, na caixa, nunca aberto, o conjunto Ataque à Diligência da Timpo também na caixa, o conjunto Cavalaria da Herald na caixa, entre outras coisas. Entre as coisas que não adquiri por falta de espaço – carroça Elastolin de metal da década de 1950, baterias de soldados e canhões da Britains, na caixa, uma maravilhosa diligência da Andrea Miniatures (aparece numa das imagens abaixo), uma carroça italiana, bem, chega de lembrar o que ficou lá senão eu choro...vamos às imagens:

Na feira conversei com um senhor que disse que frequenta todas as feiras desde 1982 (que inveja). Segundo ele, a melhor feira do mundo em matéria de soldadinhos é a feira que acontece em Chicago, todo o mês de setembro. Sendo assim, se eu puder viajar ano que vem, talvez não vá à feira de Gettysburg (que está marcada para 28/4/2013) para ir conhecer a feira de Chicago, em setembro de 2013.

Ufa.

Até a próxima,

Marcos Guazzelli

Maio de 2012

PS – Eu já toquei neste assunto no artigo Gettysburg 2, mas vou retornar a ele. Os historiadores muitas vezes escolhem arbitrariamente a forma como a história será relatada. Não é incomum que verdadeiros heróis sejam retratados como bandidos, e vice-versa. Gostaria de ver, aliás, como a história vai relatar daqui 50 ou 100 anos este período que estamos vivendo no Brasil. Quem serão os heróis? Cachoeira? Cavendish? Mas voltemos ao ponto. Após a Guerra Civil Americana o então General Custer (com apenas 25 anos) foi transferido para o oeste, para participar do enfrentamento do exército contra os índios. A partir daí Custer passou a ser identificado pelos ditadores do politicamente correto como “matador de índios” e, consequentemente, virou um personagem maldito da história.

Os livros sobre a batalha de Gettysburg muitas vezes nem mencionam o papel de Custer e, quando o fazem, geralmente é em breves passagens. Mas vamos aos fatos.

Muitos especulam o que teria acontecido se a Confederação tivesse vencido a batalha de Gettysburg. Entre outras, há duas possibilidades que entendo como razoáveis:

- O exército da Confederação, que até ali estava vencendo a guerra, marcharia sobre Washington e forçaria a rendição da União. Assim, os Estados Unidos como conhecemos não mais existiriam, pois o sul seria um país independente;

- Mesmo com a derrota em Gettysburg a União transferiria tropas do oeste para o leste e os combates seguiriam, com resultado indefinido.

Desta forma, uma das possibilidades é que uma derrota em Gettysburg implicaria simplesmente na inexistência dos Estados Unidos da forma como o conhecemos.

Pois bem, no terceiro dia de combates em Gerrysburg Lee lançou um ataque maciço de infantaria contra as posições da União. Quase deu certo, em alguns pontos as defesas da União chegaram a ser rompidas, mas os sulistas acabaram rechaçados, e dali para a frente o exército da União foi destruindo pouco a pouco o exército confederado, até a rendição em Appomatox.

Mas e se o ataque de Lee tivesse sido suportado por um ataque de cavalaria sulista por trás das linhas da União? O exército da União ficaria entre dois fogos e, possivelmente, perderia a batalha. Pois bem, esta era a missão do General J.E.B. Stuart, comandante da divisão de cavalaria confederada. Até ali os cavalarianos de Stuart eram conhecidos como “os 10 mil invencíveis”.

Bem, após algumas escaramuças naquele dia entre a cavalaria confederada e a cavalaria da União, Stuart decidiu acabar com a brincadeira, e lançar um ataque maciço contra a cavalaria da União, para derrotá-la e poder atingir as costas das linhas de defesa da união que, naquele momento, estavam sob ataque pesado das forças de Lee.

Stuart então organizou 12 regimentos de suas forças para um ataque definitivo contra a cavalaria da União. Por circunstâncias, naquele momento a cavalaria da União dispunha apenas de um regimento em condições de enfrentar a ofensiva de Stuart. 1 contra 12. Era um dos regimentos da Brigada de Michigan. A brigada era comandada por Custer (com 23 anos) e esta era a sua primeira batalha na condição de general. Os regimentos eram comandados por coronéis. O normal era os coronéis liderarem os ataques, enquanto os generais permaneciam na retaguarda, cuidando da estratégia da batalha.

Mas eis que o jovem Custer surpreendentemente se colocou à frente do seu regimento solitário e liderou pessoalmente seus cerca de 700 homens contra os mais de 7 mil confederados de Stuart, que realizaram este que seria o ataque definitivo. E Custer venceu, forçando os confederados a se retirarem do campo de batalha, possivelmente salvando o destino dos Estados Unidos. Não é pouca coisa.

Um pouco desta história está na placa da imagem abaixo, que está posicionada em Gettysburg, no local onde ocorreu este confronto:





Comentários

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De: Célio Penna
Prezado Guazzelli, devo ir a Gettysburg em Setembro, adoraria esta lá em 01 a 03 de julho no aniversário de 150 anos da batalha, porem pelo fato de estar praticamente todo lotado, e ter disponibilidades de hoteis só a 60 km da cidade, vou primeiro para Nova Iorque e depois irei a Gettysburg, eu tenho 2 Herois também na Guerra Civil, do lado da União é Joshua Lawrence Chamberlain Coronel que no estado do Maine era professor de logica e filosofia, suportou com sua companhia a tentativa de tomada do flanco esquerdo do exercito da União, no local conhecido como vale da morte ou vale do Diabo e foi ele que fez a honras a Lee no dia da sua Rendição para o General Grant, e pelo lado dos confederados o General Pickett, que é responsavel do celebre dialogo ente ele e o General Lee " General Pickett reuna as brigadas do seu Exército para mais uma investida, General Lee imfelizmente eu não tenho mais Exército.


De: Raul Aguiar
MAIS OUTRA FANTÁSTICA MATÉRIA!NÃO POSSO NEM PASSAR PERTO DE LUGARES COMO ESTES COM VENDAS, VOLTO COM CAMISA DE FORÇA PRESO E LOUCO QUERENDO COMPRAR TUDO E NÃO PODER!!OBRIGADO GUAZZELLI POR NOS PROPORCIONAR IMAGENS TÃO MARAVILHOSAS!POR QUE, MEU DEUS, NOSSO PAÍS NÃO É ASSIM!


De: Jean Carlos
Caro Guazzelli, infelizmente falta $$$ de minha parte para conhecer os estupendos destinos que você visita. Mas, mais uma vez, pude viajar "internéticamente", graças aos seus acurados relatos e suas belas fotos. Parabéns pela belíssima matéria, e OBRIGADO pela jornada! Um abraço!


De: Ronaldo
Coincidentemente o gibi TEX deste mês trata deste episódio de sequestro pelos índios Nez Perces no parque Yellowstone em 1877.Parabéns pelo artigo.


De: Marcos Guazzelli
José, nunca pensei nisso, mas se alguém quiser me contratar eu topo. Abraços.


De: josé
Guazzelli, Já pensou em enveradar pelo jornalismo ligado ao turismo? Não sei se você percebeu, mas indiretamente a descrição que faz das suas viagens, juntamente com os textos e imagens lembra matérias jornalísticas de turismo. Já pensou em enviar curriculo para algum jornal ou revista de turismo?


De: Tadeu Mahfud
É simplesmente impressionante! Realmente Guazelli, novamente me prosto diante de ti para reverência por nos abrilhantar com tanta informação. É impressionante como tento por um momento me teletransportar e tentar captar um pouco da energia de sua viagem. Fiquei maravilhado com a feirinha de soldadinhos. Porque meu bom Deus não temos nada nem parecido no Brasil? Adorei a matéria. Parabéns!


De: Rosangela
A museu de miniatura é maravilhoso, eu fiquei encantanda.É tudo tão perfeito que só visitando mesmo pra perceber toda beleza. A feira é tudo de bom , uma figura mais linda que a outra, dá vontade de trazer 01 de cada , so faltava mesmo o espaço e algumas verdinha$$$$.


De: Tássilo campos
Parabéns pela matéria, me deu muita vontade de ir nesta feira...quem sabe na proxima rs