GERAL SOBRE BRINQUEDOS DE 1964 À 1979



O FORTE APACHE NO BRASIL

Qual adulto que se encontre na faixa entre 30 e 50 anos de idade não teve o Forte Apache ou algum outro brinquedo de faroeste na infância?

Sem dúvida o Forte Apache foi o brinquedo de maior sucesso no Brasil nas décadas de 60 e 70. É triste que tão pouca informação exista sobre algo que marcou a melhor fase da vida de tantas pessoas e que, até hoje, é cultuado por muitos.

Há algum tempo o álbum de fotos da minha coleção de brinquedos de faroeste fica em cima da mesa em meu escritório. Muitas das visitas que recebo acabam olhando o álbum e percebo que, embora algumas tratem o assunto com deboche, a maioria transmite pelo olhar a admiração e as boas lembranças que as fotos lhes trazem.

O principal fabricante do brinquedo – Manufatura de Brinquedos Gulliver S.A. – parece não dar a importância devida ao tema. Enquanto diversos fabricantes em todos os segmentos lutam por consumidores que cultuem a sua marca e o seu produto, a Gulliver age diferente. Nas poucas vezes em que tentei contato com a fábrica fui tratado com desinteresse e/ou com respostas secas e curtas.

A intenção deste artigo é fazer um passeio pelas história dos brinquedos de faroeste produzidos no Brasil pelas indústrias Casablanca e Gulliver nas décadas de 1960 e 1970. As informações aqui apresentadas decorrem de trabalho de pesquisa informal que realizo há anos. Contudo, é provável que contenha informações imprecisas, de forma que desde já informo que críticas e sugestões serão bem vindas.

Não irei me ater a detalhes. Minha intenção é dar uma visão geral sobre o tema. E que este artigo sirva de base e incentivo para futuros trabalhos sobre o tema, trabalhos estes que poderão eventualmente se aprofundar em detalhes.

Não é objetivo deste artigo analisar as razões psicosociais para o sucesso do Forte Apache.


O COMEÇO - ANOS 60

Apenas a título de informação inicial – o brinquedo Forte Apache surgiu nos Estados Unidos, em 1953, lançado pela Louis Marx & CO.

Há controvérsias quanto à origem do Forte Apache no Brasil. Algumas informações dizem que teria sido no final de 1963, início de 1964. Outros dizem que foi em 1966. Particularmente, me posiciono entre os primeiros. (Confirmado – 1964).

O fato é que o fundador da Casablanca era espanhol, lançou o Forte Apache na Espanha e, posteriormente, emigrou para o Brasil, aqui lançando o brinquedo.

O Forte Apache foi sucesso imediato e logo no seu primeiro ano de operação no Brasil a Casablanca começou a ameaçar fatias de mercado de fabricantes que operavam há décadas no Brasil, como a Estrela.

O primeiro Forte Apache da Casablanca lançado no Brasil era este modelo:

O nome Forte Apache aparecia em inglês – fort – e era marcado a fogo na placa sobre o portão. Pelas informações que disponho, a inscrição em inglês – fort – perdurou até a série lançada pela Gulliver em 1974.

A bandeira não aparece na foto, mas era a dos Estados Unidos. As escadas eram de madeira, com simulação dos degraus. O mastro que aparece na foto não é o modelo original, mas é semelhante.

As paliçadas tinham os palitos na posição vertical, como é correto, e com as pontas dos “troncos” à mostra. Na época estas pontas causaram ferimentos em algumas crianças que brincavam com o produto. Com o passar do tempo, e o lançamento de outros modelos, as pontas forma suprimidas e, eventualmente, os palitos passaram a ser apresentados na posição horizontal.

A embalagem que continha este forte apache era esta:

Pouco tempo depois a Casablanca lançou o mesmo modelo de forte com a inscrição “Fort Apache” já no tradicional papel amarelo colado à madeira do portão do forte.

Na época da Casablanca os brinquedos eram acompanhados por uma espécie de cartaz (amarelo) no fundo das caixas do brinquedo. Todas as figuras que acompanhavam o brinquedo eram numeradas (na base ou nas costas) e este cartaz trazia a indicação de quem era quem, por exemplo: 017 – Kid Kansas, 011 – Tenente Rip Masters, 125 – Buffalo Bill, 053 – Touro Sentado. Identificar as figuras fazia parte da brincadeira. A elaboração da lista completa de figuras, com fotos, está nos planos do Raul Aguiar, colecionador de Belo Horizonte, assim não citarei aqui mais exemplos de figuras.

Mais para o final da década de 60 a Casablanca lançou aquele que é, em minha opinião, o forte mais bonito de todos e, também, um dos mais difíceis de encontrar. Este forte possuía duas guaritas de madeira ao lado do portão e era o que mais se aproximava do tradicional Forte Apache da série de televisão Rin Tin Tin.

A caixa que continha o produto era esta apresentada a seguir, e há informações de que o desenho foi feito pelo então filho do fundador da Casablanca e atual Presidente da Gulliver.

O forte era este:

 

Nos anos finais da década de 60 a Casablanca estava no auge. Sucesso entre as crianças, vendas crescentes, novos produtos lançados. Em seu auge a linha de faroeste da Casablanca possuía os seguintes produtos:
- Forte Apache de madeira, com 35 figuras;
- Forte Apache de plástico, com duas guaritas de plástico e 41 figuras;
- Acampamento Apache com 34 figuras – o acampamento apache possuía uma base circular de papel que simulava o terreno e um rio. As cabanas eram mais circulares do que as lançadas pela Gulliver nos anos 70. Quanto ao número de cabanas original que acompanhava o brinquedo, há duas correntes de opinião – 4 e 5;
- Caravana, com cinco carroças de madeira e 61 figuras. As carroças possuíam caixas e sacos de suprimentos;
- Fazenda Ponderosa – do seriado Bonanza, o conjunto era montado sobre uma base e continha, entre outras figuras, casa, cercas, moinho, poço e animais;
- Virgínia City – foi o maior (e mais caro) conjunto lançado pela Casablanca. Era uma cidade do velho oeste, com casas de madeira, montada sobre uma base. Possuía, também, uma diligência e muitas figuras. Não conheço ninguém que possua este brinquedo ou que, pelo menos, uma foto dele. Com certeza é o conjunto mais raro da Casablanca;
- Figuras avulsas.

Abaixo a foto da caixa da Fazenda Ponderosa, da caixa da Caravana, do conteúdo da caravana e das cabanas do Acampamento Apache Casablanca.



Em 1969 um estranho incêndio destruiu a Casablanca. Nada restou, é como se a Casablanca nunca tivesse existido. Quando a indústria foi reconstruída, em 1970, surgiu com o nome de Gulliver. Por quê aventurar-se com uma marca nova e desconhecida se já existia uma marca (Casablanca) consolidada no mercado e na mente dos consumidores? O sucesso da Casablanca seria, em qualquer entidade empresarial, motivo de orgulho e de preservação. Mas a Gulliver nada fez para preservar este passado. É como se a Casablanca nunca tivesse existido. As informações que se consegue vêm da memória de pessoas que viveram naquela época ou das caixas de brinquedos Casablanca que sobraram. Se alguém que vier a ler este artigo tiver um catálogo de produtos Casablanca, agradeceria um contato.


OS ANOS 70


Não disponho de muitas informações sobre os anos de 1970, 1971 e 1972. É um período que ainda estou pesquisando. Abaixo a foto de um dos modelos de forte apache deste período, ainda com a inscrição em inglês – fort – e com os palitos das paliçadas na vertical, mas já sem pontas aparentes. Este foto era do modelo mini e já vinha montado na caixa, sendo desmontável apenas a placa, que era encaixada sobre o portão. Os soldados eram pintados com casaco azul claro e calça azul escura, ao contrário dos verdadeiros soldados da cavalaria americana que usavam casaco azul escuro e calça azul clara.

 

Nos anos 70 os brinquedos de faroeste lançados pela Gulliver pertenciam à Série Far West.

A imagem padrão desta série, até 1977, reproduzia o Forte Apache sendo atacado pelos índios. Um magnífico desenho elaborado pelo desenhista Nelson Reis e, provavelmente, uma das imagens mais marcantes para aqueles que brincaram com a Série Far West. A famosa imagem, que ilustrava as caixas dos fortes e de ítens avulsos, era esta:

 

De 1973 a 1977 a Série Far West era composta pelos seguintes produtos:
- Forte Apache, nos modelos Grande Forte Apache, Forte Apache e Mini Forte Apache. O Grande era o modelo mais bonito e completo, inicialmente com palitos das paliçadas na vertical. Os demais modelos já traziam os palitos na horizontal. A bandeira que acompanhava os fortes era a bandeira da sétima cavalaria, e não mais dos Estados Unidos. O Grande possuía 4 guaritas de plástico, e os demais modelos 2. O Mini não vinha com a casa-quartel general;
- Os apaches, conjunto com três tendas, índios, cavalos e canoa montados sobre uma base plástica. Neste conjunto vinham figuras de índios sentados, que era colocados ao redor da fogueira. Este conjunto foi substituído pelo Acampamento Apache, similar ao que já existia na época da Casablanca, composto por 5 tendas, totem, fogueira, canoas, índios e cavalos;
- Planície selvagem, que era uma base plástica com búfalos, índios e caçadores. Este conjunto ficou pouco tempo em linha;
-  A Conquista do Oeste que era composta por três carroças – na época da Gulliver as carroças já eram plásticas – índios, soldados e cowboys. Este conjunto foi substituído pela Caravana, que trazia duas carroças e duas cabanas de acampamento militar;
- Chaparral – era o rancho, lançado em substituição à Fazenda Ponderosa. Na época, a série Chaparral era sucesso na TV. O conjunto trazia casa, moinho, cercas, animais, cowboys, cavalos, entre outros itens;
- Itens avulsos.

A Série Far West possuía, também, itens avulsos chamados de “especiais”. Eram figuras feitas em plástico de kit, com pintura em alto padrão. Cada uma vinha acondicionada em uma caixa exclusiva. Abaixo, um dos “especiais”

 

A seguir são apresentadas ilustrações do Grande Forte Apache de 1973, da caixa do Chaparral, e do totem do Acampamento Apache (na forma de item avulso).

 

 


A ilustração da caixa da Conquista do Oeste (posteriormente utilizada para a Caravana) também é uma das mais bonitas da história da Gulliver. A imagem é uma reprodução fantasiosa do “last stand” do General Custer em Little Big Horn, apresentada a seguir:

 

A título de curiosidade – a imagem utilizada para ilustrar esta caixa foi tirada do cartaz de lançamento do filme Custer of the West, de 1968, com Robert Shaw no papel de Custer. O cartaz do filme era este:

 

Em 1978 a Gulliver “repaginou” os produtos da Série Far West, e os novos modelos estiveram no mercado nos anos de 1978 e 1979. Os produtos que compunham a série eram os seguintes:
- Forte apache em dois modelos – grande e pequeno. O forte grande já não trazia a paliçada dos fundos, sendo esta substituída por um conjunto plástico com: alojamento, comando e depósito. A tradicional ilustração das caixas dos fortes foi substituída pela foto de um menino brincando. As bandeiras foram colocadas sobre as guaritas, e a dos Estados Unidos substituiu a da sétima cavalaria. Em 1979 as guaritas foram substituídas por torres de observação. Os fortes vinham montados;
- Acampamento Apache – as tendas passaram a ser quatro, cada uma pintada de uma cor diferente. O conjunto também vinha montado sobre uma base;
- Caravana – a tenda militar passou a ser uma só, e o conjunto também vinha montado sobre uma base;
- Chaparral – também montado sobre uma base;
-  Itens avulsos. 

A seguir a ilustração do Forte Apache grande e do Chaparral:

                            


1979  marcou o fim da década de 70 e, também, o fim da época de ouro dos brinquedos de faroeste. A partir de 1980 os brinquedos foram bastante reformulados.

A Gulliver mantém o Forte Apache em linha até hoje, mas os produtos lançados nos últimos 20 anos não se comparam àqueles dos anos 60 e 70.

Num próximo artigo abordarei os conjuntos lançados nas décadas de 80 e 90 e os atuais.

Espero que este artigo, apesar de bastante sintético, sirva para trazer boas recordações àqueles que vierem a lê-lo, que sirva de entusiasmo para a preservação do tema, e que sirva de base para aqueles que quiserem desenvolver estudos mais aprofundados. As críticas serão bem vindas.

Aguardamos adesões ao movimento da Galeria dos Brinquedos pelo relançamento de produtos Gulliver em série especial para colecionadores.

Autor – Marcos de Bem Guazzelli – mguazzelli@uol.com.br

Fontes da ilustrações:

- Arquivo pessoal – Marcos Guazzelli;

- Arquivo pessoal – Raul Aguiar (BH);

- Site www.nosthalgia.kit.net;

- Site www.brinquedosraros.com.br;

- Revista dos Curiosos No 12 de fevereiro de 2003.





Comentários

Enviar comentario

De: milton larentis
inesquecível presente de meu pai, no meu aniversário de cinco anos, é meu brinquedo preferido, ainda compro e coleciono, amo isso; história engraçada: naquela época ia com meus pais em lojas de roupas e olhava as caixas redondas com motivos de faroeste e pensava que era aquilo que tinha dentro, mas na verdade eram caixas de chapéus; quando ganhei o forte apache foi um sonho realizado; morávamos numa pequena cidade aqui do rio grande do sul, fantástico site, parabéns e abraço a todos


De: carlos
meu email praetorian72@live.com


De: carlos
tive dois forte apaches um dos anos 78 e outro nao me lembro bem o ano,estou começando a coleciona los de novo,os que eu tinha ja se foram ha muito tempo,existe alguma dica de como diferenciar os soldados dos anos 80 pelos de hoje,pelo que andei vendo a gulliver os fabrica de novo,tem alguma diferença entre os antigos e modernos?se puder responder ,agradeço desde ja


De: Ivo
Parabéns pela pesquisa e pelo texto. Ambos muito bons.


De: Ivo
Parabéns pela pesquisa e pelo texto. Ambos muito bons.


De: A procura de um índio
Olá, acompanho este seu site e não encontrei nenhum link/endereço para lhe fazer a pergunta diretamente, por isso estou usando este local de comentários, na esperança que você tenha informações a respeito. Eu tenho em minha memória a lembrança de ter visto em uma loja uma exposição de um forte apache (ano 1970's). Nesta exposição havia um índio que eu já tentei encontrar mas nunca achei nenhuma foto a respeito. O índio era praticamente igual a este aqui (segue link de um site onde a imagem tem boa qualidade) http://www.brinquedosantigos.com.br/pdetail.php?id=387 A diferença é que o índio que estou procurando era o da foto, mas totalmente deitado, com o refile apoiado em cima de uma pequena pedra. Você por acaso já viu um índio assim? Caso afirmativo teria alguma foto e/ou qual a origem dele? Seria Reamsa? Jecsan? Pech Hermanos? Outra? Muito obrigado. Clayton


De: ENEAS ALVES
UM DIA BRINCAMOS COM ESSES BRINQUEDOS, ERAMOS MUITO FELIZES... PASSOU O TEMPO, AINDA DENTRO DE NÓS VIVE UMA CRIANÇA, ISSO JUSTIFICA PORQUE SOMOS COLECIONADORES. PARA COMPLETAR ESSE PRAZER TEMOS IMFORMAÇÕES INCRIVEIS SOBRE ESSES BRINQUEDOS, PARABÉNS PELO SITE ...


De: oiran
eu acho que na hihapyy tem eu comprei o meu la nao e muito velho mas e muito bom brinco ate hoje


De: charliston Emídio Chene Moreira
Eu vivi esta época e tiver um forte apache e gostaria de saber o preço que eu to doido pra compra um gostaria de dar de presente ao meu neto e mostra pra ele o quanto eu fui feliz no meu tempo de criança ficarei muito grato ser ainda estiverem fabricando eles kkkk me liguei 031/93/9901-0155 ou 041/91/81273844 meu nome Charliston.


De: Marcos Vinicius
Vivi esse tempo tive quase todos, eu era a cavalaria o mano os indios hehehehe....sensacional essa epoca onde se criavam pessoas que mesmo brincando de guerra, com pistolas e rilfles etc. se tornaram pessoas de carater.Bons tempos que não voltam mais.


De: fernando {barra bonita}
nossa nem acredito conheci o site agora comecei a ver os meus sonhado forte apache que não tive aquela caixa de carroças de madeira, me desculpe me enche olhos de lagrimas não tem como,tenho 46 anos eu deveria ter uns 7 anos passava de manhã na TV zorro, tarzan com sargento Garcia bastante filme faroeste, depois ia brincar com meus cavalinhos meus índios e cavalaria, que minha mãe comprava nos saquinhos, era tudo, ler os comentários dos colegas,muito obrigado por viajar, isso mesmo que era brincar? mas comprei uma carroça e quatro cavalos e dois cavalinhos década 70 penso eu da para começar um abraço á todos!


De: Mario
Muito bom rever as imagens do Forte Apache e da Fazenda Chaparral. Eu tinha o Forte e um amigo o acampamento índio. Eu gostava mais dos índios com cabanas, totem, fogueira, canoas, etc. A caravana era algo à parte, com suas carroças contendo saquinhos de lona e serragem e caixinhas plásticas contendo rifles e barrisinhos. Nem lembrava mais da batalha do Tuiuti, mas depois recordei das árvores com folhas feitas de um tipo de papel resistente e dos soldadinhos portando baionetas creio. Na época meu irmão ganhou uma cidade do Zorro, com casinhas de madeira branca e teto vermelho, que tinha inclusive um sagento Garcia que víamos na série da TV. Parabéns pelo seu ótimo trabalho. Se guardo algum arrependimento na vida foi o de não ter mantido o meu Forte Apache.


De: Mario
Muito bom rever as imagens do Forte Apache e da Fazenda Chaparral. Eu tinha o Forte e um amigo o acampamento índio. Eu gostava mais dos índios com cabanas, totem, fogueira, canoas, etc. A caravana era algo à parte, com suas carroças contendo saquinhos de lona e serragem e caixinhas plásticas contendo rifles e barrisinhos. Nem lembrava mais da batalha do Tuiuti, mas depois recordei das árvores com folhas feitas de um tipo de papel resistente e dos soldadinhos portando baionetas creio. Na época meu irmão ganhou uma cidade do Zorro, com casinhas de madeira branca e teto vermelho, que tinha inclusive um sagento Garcia que víamos na série da TV. Parabéns pelo seu ótimo trabalho. Se guardo algum arrependimento na vida foi o de não ter mantido o meu Forte Apache.


De: marcos bortoletto
Tive alem de inumeros revolveres, um rifle tambem, mas dei quando tornei-me adulto, uma pena pois hoje teria uma coleção fantastica, alem dos forte apache, laurence da arabia, batalha do tuiti, barco viking, caravana, metralhadora etc...não tinah noção, mas hoje faria diferente, guardaria todos, bons tempos que não voltam mais..abraço


De: roberto vasco
Tenho 48 anos imcompletos, ganhei qdo pequeno o forte grande em 1970, desde essa época adquiri diversos itens, caravana, acampamento apache,todos amigos tinham, com o passar do tempo dei para uma criança meus brinquedos, brinquedos não, eram meus amigos, os hominhos que acompanhavam minhas tardes.Hoje tento reaver meus amigos perdidos por ai, vou recuperar a todos e consegui que meus filhos apreciem o tema.grato e bom trabalho.


De: Fernando José O M Cardoso
Que saudades dos meus brinquedos. Gostava muito era dos cavalos dos índios, eram bem feitos. Como posso adquirir novamente esses brinquedos? Ainda me encanta os bonequinhos dos soldados, índios, cavalos, carruagens, etc...


De: Helio
Isso que era brincar. Toda inocência e ilusão de heróis e bandidos está personificado neste brinquedo!


De: Gilson Trindade
Realizado um sonho de infançia,depois de 28anos,comprei 1 Forte Apache Super Batalha c/2torres. 1Forte Apache Ação total c/4torres e 1 Acampamento Apache,todos da Gulliver.Voltei no tempo,para minha felicidade e de meu filho de 3 anos.em:01/06/2012


De: hideraldo de rosario do sul rs
eu nasci em 1969 e tive a felicidade de viver essa epoca em que brincavamos e sonhavamos acordados...eu ganhei um forte apache no dia 22 de setembro de 1977, foi um dos dias mais felizes da minha vida. eu adorava ver os filmes de faroeste, que enchiam as telas da epoca, e depois tentar copiar com os brinquedos, o que havia acontecido no filme além do forte eu tinha muitos indios e soldados que eu ganhava em saquinhos separados, que vinham com oito ou dez peças...sou um homem "gelado" mas não posso negar que estes comentarios e fotos me dão muuuita saudade...um abraço a todos!!!


De: ROGERIO MARTIS
MARCOS TENHO SOLDADO DO FORTE ATE HOJE INDIOS TAMBEM E UMA PENA E LEMBRO DO CHAPARRAL TENHO COMBOYS TUDO DE SETENTA TENHO ATE O RINTINTIN CRA VC ME FEZ CHORAR


De: R0GERIO MARTINS
LINDO ADOREI TENHO 46 ANOS E TIVE ESTE FORTE MINI QUE AS GUARITAS ERAM DE PLASTICO NÃO TENHO MAIS O FORTE MAS TENHO AIDA VARIOS SOLDADOS INDIOS E CAVALOS E CALBOYS , LEMBRO DO CHAPARRAL CARA VC ME FEZ CHORAR COM ESTE SITE ADORARIA TIRAR FOTOS DE VARIOS INDIOS E SOLDADOS QUE NÃO POSSUO MAIS ,E TEM MAIS VOU TE CONTAR UM SEGREDO QUANDO IA BRINCAR NA CSA DE UM AMIGO TINHA MANIA DE PEGAR UM SOLDADO ESCONDIDO PQ ERA DIFICIL DE COMPRAR NAQUELA EPOCA E BRINCADEIRA ,EU E MEU IRMÃO BRINCAVA DE AFASTAR O SOLDADO NO FORTE E OS INDIO CAMPO ABERTOE COMEÇAVA GUERRA COM PEDRAS JOGAVA UMA VEZ DE CADA MEU IRMÃO POR SER MAIS VELHO ERA MAIS ESPERTO FICAVA CO OS INDIOS PQ QUANDO ELE ATACAVA A PEDRA ACERTAVA NO FORTE E MORRIA UM MONTE DE SOLDADO DE UMA VEZ SO E MOLE COLOQUE MAIS FOTOS DOS INDIO E SILDADO


De: ricardo_cleia@ig.com.br
tenho 47 anos, não lembro mas acho que tinha uns 5 aou 6 anos quando ganhei o meu claro que perdi todos ! pois eu escondia os indios fazendo emboscadas depois não lembrava onde estavam todos, o meu tinha o rintintim e o cabo rasth lembro até hoje !


De: cacnascimento14@gmail.com
Sem palavras.Ai está toda minha infancia.


De: Marcelo-RJ
Eu tive aquele Fort Apache de madeira da foto acima. Meu Deus! Eu era feliz e não sabia. Qtas tardes chuvosas eu passava sonhando em ser cowboy. Só uma pessoa bem fria não se emociona com isso. Parabéns!


De: Martini
Gosto de far west até hoje por causa desse forte, que ganhei de minha mana pelos anos 60. Até hoje sou apaixonado por peles vermelhas e guerra civil americana. Parabens !


De: jfh_bezerra (fernando)
o virus forte apache ate hoje ta em meu sangue, mantenho o meu armado em minha mesa da sala, e o meu anti-stress, tenho 49 anos e brinco ate hoje.


De: edilsonjz@hotmail.com
Parabéns em primeiro lugar! Lindo! Também tenho reliquias deste tipo. Abraços.


De: augusto.64@hotmail.com
Entrei no seu site e fiquei maravilhado, voltei instantâneamente para os meus 8 anos de idade (hoje tenho 47).... Parabéns pelo lindo site que criou ! Gostaria de saber se existe algum lugar em Recife, que eu possa encontrar esses brinquedos antigos, pois moro em Recife. Sds.,


De: tadmbuono
gosto dos produtos tipo forte apache , e estou interessado em adquirir a fazenda ponderosa completa . Se souber quem quer vender , tenho pleno interesse em tê-la . contato através do e-mail buono@policiamilitar.sp.gov.br


De: bombomepauli@hotmail.com
Adorei saber sobre o forte apache,meu esposo teve o forte apache completo quando tinha 6 anos teve q vender.gostária de comprar para prezentea-lo


De: bentesdantas@bol.com.br
Coleciono Forte Apache há 5 anos desde que houve uma exposição de outros apaixonados pelo brinquedo aqui em Belém.Parabéns por manter o site no ar!


De: paulorobegarcia@hotmail.com
Eu sou 1963,estou muito feliz com o le ,parabens ,me fez voltar ao passado,mas indigninado com aHistoria fantastica,que li,agora como fica ageraçao ..


De: resgatedias@hotmail.com
Olá Marcos Guazzelli, ótimo o seu trabalho. Eu tenho um forte apache dos anos 70,quase completo ainda. Como posso adquirir outras peças?


De: resgatedias@hotmail.com
Olá Marcos Guazzelli! Ótimo o seu trabalho. Eu tenho o forte dos anos 70, porém incompleto. Como posso adquirir peças daquela época??


De: Tavares
Caro blogueiro, foi com amor que vi todos os fortes que já possuí, assim como o Chaparral, pena que meus filhos não continuaram a tradição e venderam.


De: Léia Smilari
Parabens!!!!! adorei ler e saber a respeito deste brinquedo.Lamentavel a Gulliver não se emocionar com tantas informações.


De: Sandro663@hotmail.com
hoje posso adquirir, gostaria de ter daquele época para coleção, valeu pelas fotos,lembrei de qdo tinha seis anos. Um abraço. Se souber me avisa,


De: Sandro663@hotmail.com
Olá,camarada Marcos, vivi essa época do Forte Apache, e chorei quando vi as fotos dos bonecos,tive apenas algumas peças, hoje posso comprar.


De: dm
olá godtaria de mandar um help pros camarada... tem agora uns 4 forte casablanca e 2 fortes 70 60 no mercadolivree.


De: nelson
como faco para adiquirir ,meu e-mail eh lima-np@hotmail.com sao joaquim da barra sp ,bairro santa terezinha francisco alves costa 360 cep14600000


De: goes
ola boa tarde quanto custo hoje o forte apache sempre quis ter um mas nunca consegui,e agora quero dar a meu filho de sete anos que faz aniversario,seria um sonho realizado para mim meu e-mail e goessanjorge@bol.com.br


De: goes
ola boa tarde quanto custo hoje o forte apache sempre quis ter um mas nunca consegui,e agora quero dar a meu filho de sete anos que faz aniversario,seria um sonho realizado para mim